Galeria da C&A no centro da cidade que recebe em media a 10.000 pessoas diariamente, agora tem uma loja de goloseimas. A procura esta sendo grande, ambientação lembra uma casa de balas. A vitrina foca chocolates caseiros, cestas, caixas de bombons e bonecos de cholocates. E a loja tem uma ambientação de cafeteria de cima a baixo.
Loja das Frutas
Saindo da feira e do mercado, a loja esta localizada no centro de BH e possui um um novo conceito, a loja por inteiro chama atenção dos clientes, pois são explorandas as cores, posições, formas das frutas, legumes entre outros. Garantido a seus clientes maior segurança, qualidade e conforto por ter uma loja central de facil acesso. Segundo o gerente um pricipal concorrente da loja é a pastelaria proxima. “Muitas vezes os clientes compram uam fruta e ja sai comendo.”
Exposição de Amilcar de Castro em BH
De 28 de março a 25 de Abril acontece na Casa Fiat de Cultura uma exposição sobre a obra de Amilcar de Castro. A exposição reúne, além de suas esculturas monumentais, peças menores e desenhos do artista.
Amilcar de Castro é considerado pelos críticos e historiadores da arte como um dos escultores construtivos mais representativos da arte brasileira contemporânea. Nascido em oito de junho de 1920, em Paraisópolis, Minas Gerais, Amilcar de Castro foi quem melhor aproveitou o ferro, uma das principais matérias-primas de Minas, para extrair, na construção das esculturas, variedades de formas tendentes à concisão e ao rigor geométrico. Com economia de princípios operativos e plásticos, partiu da matéria bidimensional – a chapa de ferro -, cortando e dobrando a sua superfície, criando a terceira dimensão escultórica.
Segundo Sérgio Rodrigo Reis, curador da exposição, as esculturas de Amilcar de Castro parecem brotar do chão ferroso de Minas Gerais. Antes de adotar o ferro para a feitura das obras, o artista fez pesquisas com o barro, o gesso, o arame, cobre e aço inoxidável, até conseguir domar a principal matéria-prima do estado, numa pesquisa que o levaria a opção de uma vida inteira.
Na Casa Fiat a exposição foi divida entre os dois pavimentos e área externa que abriga as obras maiores. No primeiro pavimento são expostas esculturas que exemplificam os desdobramentos da ação do corte e dobra da chapa de ferro – gênese do processo criativo de Amilcar de Castro. Na sala principal há exemplos de peças de dobra de chapa fina, bem como a coleção completa das redondas de corte e dobra.
No segundo pavimento estão as telas nas quais é recorrente o exercício da exploração das cores primárias. A exposição se completa neste pavimento com novas investigações sobre o espaço tridimensional. Seis cubos de madeira, da série que ele chamava de esculturas arquitetônicas, dão margem a muitas combinações. É interessante observar a grande influência da proposta construtiva em seu trabalho e como a partir da matéria bidimensional ele cria volumes tão expressivos.
Além da exposição na Casa Fiat de Cultura outras peças do artista podem ser vistas na Praça da Liberdade e no Parque JK, além é claro de peças que já fazem parte do cenário da cidade como a escultura da Assembléia Legislativa da Câmera Municipal entre outras.
Ps: Fotos extraídas do site da Casa Fiat de Cultura (não é permitido fotografar a exposição)
Para além do olfato…


O negócio é venda de perfumes. Ok, como as empresas brasileiras estão lidando com o segundo mercado mundial de perfumes? Acredite, o segundo país que mais vende perfumes no mundo, segundo dados da ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos) é o Brasil. Mais surpreendente? Estamos à frente da França, que ocupa o terceiro lugar.
Qual é o investimento que as empresas tem feito no ponto-de-venda nesses últimos anos?
A Natura tem feito investimento em lojas conceito, como as de Paris e de Campinas em que a marca ressalta suas principais características e estabelece um novo contato com o consumidor, uma vez que não possui lojas e suas vendas são feitas através de consultoras Natura.
Ja a Boticário é a empresa que mais investiu em seu ponto-de-venda. A reformulação de suas lojas se deu a partir da revitalização de sua marca. Planejadas para que o consumidor tenha uma experiência sensorial, o antigo mobiliário que ocupava a parte central da loja foi substituído por prateleiras distribuídas de forma harmônica pelas paredes da loja. Tudo para convidar o consumidor a percorrer toda a loja e dar a ele mais sensação de espaço. Além disso foram criadas três estações que dividem a loja: Cuidar, preparar e transformar. Mas sem dúvida, o que mais chama atenção é o novo entendimento de vitrine para a marca. Agora em posição de destaque e bem planejada para que seja explorada a cada lançamento e a cada nova campanha. Essas reformulações estão em consonância com aquilo que pode ser visto no exterior em lojas de grandes marcas de perfumaria, refletindo a preocupação da empresa em conquistar cada vez mais o seu consumidor e garantir sua posição como empresa de competitividade internacional.
L’Acqua di Fiori, Água de Cheiro e Contém 1g parecem estar um pouco distante dessa realidade. Suas lojas não acompanharam as tranformações do mercado, não convidam o cliente a entrar e não exploram suas vitrines, permanecendo como estavam a anos atrás.
A tempo: a Boticário em suas lojas no interior (realidade cada vez maior) adapta o projeto da loja conforme as possibilidades do local. Isso gera alguns simpáticos e interessantes resultados, como por exemplo o visual da loja de Diamantina-MG.
Papa Pilhas [Banco Real]
Em dezembro de 2006 o Banco Real implantou o Papa Pilhas, nome do seu programa de Reciclagem de Pilhas e Baterias que reforça suas práticas de gestão. Através dessa ação, as agências recolhem pilhas e baterias portáteis usadas com peso inferior a 500 gramas ou dimensões menores que 5 cm x 8 cm e se encarrega de sua reciclagem, sem qualquer ônus para quem as deposita.
Inicialmente implantado em três cidades [Campinas (SP), João Pessoa (PB) e Porto Alegre (RS)], o programa coletou 12 toneladas de pilhas e baterias usadas nos seis primeiros meses. A partir de julho de 2007, começou a ser expandido para todas as capitais brasileiras e em municípios no Estado de São Paulo. Até 2010, a expectativa é que sejam envolvidos os 479 municípios onde existam postos de atendimento ao público, em todo o país, disponibilizando assim a coleta para 1 milhão de pessoas.
O programa busca conscientizar as pessoas sobre a necessidade de dar uma destinação correta a esses materiais, reduzindo a quantidade de pilhas e baterias lançadas no meio ambiente. Quando depositadas em lixões e aterros sanitários, pilhas e baterias podem vazar e contaminar o lençol freático, solo, rios e alimentos, causando danos às pessoas e animais.
Todas as pilhas e baterias recolhidas pelo Papa Pilhas são enviadas para a recicladora Suzaquim Indústrias Quimicas Ltda, localizada em Suzano (São Paulo). As pilhas e baterias são desencapadas e seus metais queimados em fornos industriais de alta temperatura, dotados de filtros que impedem a emissão de gases poluentes. Nesse processo são obtidos sais e óxidos metálicos, que são utilizados na indústria de refratários, vidros, tintas, cerâmicas e química em geral, sem riscos às pessoas e ao ambiente.
O display no qual as pessoas depositam as pilhas tem aproximadamente 1,70m x 0,30m, e é todo feito em PVC, material que possibilita um baixo custo na produção da peça. A parte gráfica fica por conta da plotagem aplicada. Na lateral há ainda um suporte de acetato onde são colocados folders explicativos do programa. Entretanto, segundo os funcionários do banco, freqüentemente essa peça se solta e tem que ser recolocada com o auxílio de elásticos de borracha. O coletor tem a forma de uma pilha, que faz rápida associação com a proposta. O orifício onde as pessoas colocam a pilha é em forma de uma cruz, ou o lado positivo de uma pilha. Pode ser talvez interpretado como uma atitude positiva por parte das pessoas?
Não há um local específico para a colocação desse display, e ele nem ocupa lugar de destaque. É incorporado com os demais móveis da área de auto-atendimento.
Uma ótima atitude por parte do banco.
Nova FACE

A nova sede da FACE – Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG, inaugurada no começo deste ano vem chamando a atenção de todos que freqüentam o campus da universidade. O antigo prédio da Faculdade localizado na Rua Curitiba no Centro da capital, deixará saudades, sobretudo entre os mais antigos, afinal foram seis décadas de uma rica história. Para compensar a perda, a nova sede da FACE possui uma exposição permanente de imagens e textos que contam a trajetória da Unidade. A mostra não está restrita em um único espaço, mas sim espalhada por todos os setores do novo prédio. Uma iniciativa interessente e inédita que procura valorizar a história da unidade e facilitar o processo de mudança e a inserção da Faculdade no campus.
Museu do Pão
O restauro do moinho Colognese, no centro da cidade gaúcha de Ilópolis, inaugura uma nova rota turística denominada Caminho dos Moinhos. Além da reabilitação do edifício do moinho, que agora abriga um bar, padaria e café, foram instalados mais dois blocos de concreto para o Museu do Pão e a Oficina de Panificação.
Para dar vida ao Caminho dos Moinhos, era necessário o desenvolvimento de atividades de apoio que atraíssem visitantes. A restauração do Moinho Colognese focou no caráter documental da construção, com alterações pontuais. Manteve-se o maquinário de madeira original, embora com uma produção pequena, demonstrativa para grupos de cerca de dez visitantes. Com essa mudança da produção, o espaço adjacente que servia de depósito de sacos ficou ocioso. A solução foi transformá-lo numa combinação de bodega, padaria e café, que deve dar vida ao edifício e integrá-lo à comunidade. Na parede que separa os dois ambientes, atrás do balcão da bodega, instalou-se um amplo vidro, através do qual se vêem as máquinas em funcionamento.
Dois novos volumes dão conta dos programas adicionais – o Museu do Pão e a Oficina de Panificação. Com uma escala respeitosa, eles não se impõem nem se anulam diante do moinho. Embora se identifiquem no uso de concreto aparente, os dois blocos exploram idéias opostas. O espaço expositivo é completamente transparente, fechado com panos de vidro e protegido da incidência solar por painéis de madeira corrediços externos. Assim como o moinho, o museu flutua sobre palafitas conforme o terreno segue em seu leve declive. Sua cobertura, que se afina conforme se aproxima das bordas, também flutua sobre três pilastras com delgados capitéis de madeira.
Por sua vez, o programa da oficina, que inclui uma cozinha-escola e banheiros, exige mais privacidade. Foi abrigado, portanto, em um bloco monolítico, impermeável, contundentemente cravado no terreno de brejo. À noite, com as aberturas quadradas do subsolo iluminadas, parece um navio encalhado na areia. A transparência proposital da área de exposição aguça a curiosidade do público, que é estimulado a conhecer as instalações pela fluidez de comunicação entre os edifícios.
Segundo os responsáveis pelo projeto, Marcelo Ferraz e Francisco Fanucci, da Brasil Arquitetura, trabalhar em uma comunidade pequena e conseguir que ela tomasse o projeto para si foi um dos maiores desafios. “Há projetos que inibem o visitante, que o faz pensar ‘não vou entrar, aí não é uma coisa pra mim’. Nossa preocupação foi criar um ambiente que não fosse hostil a nenhuma pessoa, desde um analfabeto até um professor universitário”, diz Ferraz.
A transparência do museu atrai a curiosidade. A ausência de muros instiga as pessoas a descobrirem que cozinha é aquela, que filme está passando no auditório, o que há na bodega do moinho restaurado. O fato de o piso do museu ser uma extensão da calçada e manter a mesma quota de nível nos demais volumes, de o terreno não ser cercado e de ter um gramado convidativo estimula as pessoas a fruírem o espaço.

Informações e imagens extraídas da Revista Au – Arquitetura e Urbanismo
Stand Seda Teens
Muito interessante a estratégia de divulgação da Seda para sua linha Seda Teens. Há um stand montado até o dia 14 de abril no 1º piso do BH Shopping, onde as consumidoras de 10 a 18 anos podem ser maquiadas e penteadas, e em seguida fazer uma foto especial, que é enviada para o site da empresa. O stand é todo feito nas cores das três fragrâncias dos produtos, cores bem vivas e ao gosto das freqüentadoras do espaço. A ambientação é complementada com puffs e outros objetos que fazem parte do universo das adolescentes. A linha é a primeira do Brasil voltada para adolescentes e pré-adolescentes, e tem baseado sua comunicação no modo de vida dessas garotas, inclusive com o uso de blogs escrito pelas próprias consumidoras. Após sua passagem pela capital mineira o projeto segue para Ribeirão Preto, SP. Esse é um dos quatro stands que viajam simultaneamente pelo Brasil, sempre dentro dos principais shoppings.

























































